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EM ANDAMENTO

 

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A SETEC - Serviços Técnicos Gerais atua em diversas áreas na administração pública em Campinas, SP. Uma de suas atividades é administrar os cemitérios municipais: Cemitério da Saudade (1880), Cemitério de Sousas (1898) e Cemitério Parque Nossa Senhora da Conceição (1969).

 

O Cemitério da Saudade é, na realidade, um complexo composto pelos cemintérios São José, São Miguel e Almas, Cura D' Ars, Cemitério Venerável da 3ª Ordem do Carmo e o Cemitério da Irmandade do Santíssimo Sacramento. Até 1925, o lugar era conhecido como Cemitério do Fundão, nome que tem origem na fazenda que se localizava entre o núcleo urbano de Campinas e o então distrito de Valinhos.

 

Abriga sepulturas de heróis da Revolução de 32 e da Polícia Militar do Estado de São Paulo. É no Cemitério da Saudade que estão sepultadas também várias personalidades da história de Campinas:

 

Ferreira Penteado, Barão de Itatiba (1808-1884), doador da gleba para o estabelecimento do cemitério; Bento Quirino, político e comerciante (1837-1914); Francisco Glicério, político (1846-1916); Mario Gatti, médico (1879-1964); Vieira Bueno; Clovis Antonio Garcia, político, Hércules Florence (1804-1879), pioneiro da fotografia franco-brasileiro.

 

Os ex-prefeitos de Campinas: Orosimbo Maia (1862-1939); Heitor Teixeira Penteado (1878-1947); Antônio da Costa Santos (1952-2001) também foram sepultados neste cemitério.

 

Membros da nobreza do Império do Brasil, como Maria Luzia de Sousa Aranha, viscondessa de Campinas (1797-1879); Joaquim Policarpo Aranha, barão de Itapura (1809-1902); Libânia de Sousa Aranha, (1829–1921), esposa do barão de Itapura; Joaquim Antônio de Arruda, barão de Atibaia (1809-1881); Joaquim Ferreira de Camargo Andrade, barão de Ibitinga (1832-1915); Geraldo Ribeiro de Sousa Resende, barão de Geraldo de Resende (1846-1907); Francisco Egídio de Sousa Aranha (1778-1860), fazendeiro, esposo da Viscondessa de Campinas Isolethe Augusta de Sousa Aranha, fazendeira, benemérita, filha do barão de Itapura.

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A Associação Pró-Memória de Sumaré é uma entidade privada, sem fins lucrativos. Foi fundada no dia 14 de janeiro de 2004 e está instalada no prédio do Centro de Memória “Thomaz Didona”, na Praça da República n. 102. O objetivo da entidade é a recuperação, preservação e divulgação da História de Sumaré. No acervo do Pró-Memória de Sumaré estão os registros do cemitério, arquivos da Câmara Municipal, jornais, cartas de imigrantes, livros de registros e outros documentos de cunho genealógico de grande valor histórico.

 

O acervo é composto por:

 

Registros de Cemitério (1900 até 2012) - declaração de óbito, certidão de óbito, ficha de velório, ficha de sepultamento, livro de registro de enterramentos, registros de inumação e exumação. Cada um desses documentos possuem mutas informações sobre a pessoa falecida e seus familiares próximos. Os registros também mencionam onde o óbito foi registrado, visto que nem sempre acontece na cidade onde o corpo está enterrado.

 

Registros de Escolas Estaduais (1969 até datas atuais) - Fichas dos alunos e seus boletins. O grande valor genealógico desse tipo de registro fica por conta dos dados pessoais, filiação e fotografias 3x4 dos alunos. Como os registros são anuais, encontramos fotos dos alunos com ideade diferente. Há também registros de transferência, revelando por onde as famílias dos alunos moraram antes de chegar em Sumaré.

 

Registros da Prefeitura (1907 até 1983) - Registro de ambulantes e de proprietários de veículos do início do século XX. Outros registros também fornecem informações públicas sobre pessoas que tinham algum negócio com a administração municipal da época.

 

Jornais e Periódicos (1899 até 1993) - Jornais antigos são boas fontes de pesquisa. Antigamente era comum publicar notícias sobre nascimentos, falecimentos, casamentos, festas tradicionais e de final de ano, nomes de prestadores de serviço e suas fotos. Não é raro encontrar  homenagens específicas mencionando pessoas e seus familiares. Há também informações sobre empresas familiares, pessoas que assumiam cargos políticos e muitas outras informações. O contexto histórico da vida e cotidiano de seus familiares também é retratada neste tipo de registro.

 

Fotografias (a partir de 1960) - Este é um trabalho que está sendo realizado pelo Pró-Memória e historiadores. O objetivo é manter um acervo fotográfico dos habitantes da cidade e suas identificações.

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